Plano Estratégico Chaves 2030 em consulta pública até 22 de junho

A versão preliminar do plano CHAVES20.30 foi apresentada a 28 de maio pelo Município de Chaves e encontra-se em consulta e auscultação pública, pelo período de 10 dias úteis, para recolher contributos por parte de cidadãos, instituições e demais interessados do concelho, disse a autarquia numa nota enviada.

“Os contributos recolhidos até ao próximo dia 22 de junho serão analisados e poderão dar origem à introdução de ajustamentos, correções ou aperfeiçoamentos ao documento, contribuindo para o seu enriquecimento e consolidação antes da aprovação final pelos órgãos competentes”, refere o município na mesma nota.

O documento para consulta e respetivo questionário encontram-se disponíveis em https://www.chaves.pt/participar/consulta-e-discussao-publica

O plano foi elaborado por uma consultora e resulta de um processo de auscultação que envolveu o executivo municipal, dirigentes da autarquia, 33 juntas de freguesia, 41 entidades locais e regionais, associações e a comunidade flaviense, além de um questionário público dirigido à população que obteve 103 contributos.

Assumindo como desígnio “Projetar Chaves enquanto território sem fronteiras, aberto a novas dinâmicas de desenvolvimento”, o plano define como visão estratégica “Chaves, polo de vida, economia e cultura”.

O plano tem 22 linhas de orientação e a estratégia está organizada em cinco objetivos principais: 1- território natural, sustentável e resiliente; 2- território atrativo, inclusivo e saudável; 3- território histórico, cultural e turístico; 4- território competitivo, inovador e digital; e 5-território mais próximo e acessível.

Entre os projetos considerados estruturantes estão medidas ligadas à valorização dos recursos hídricos e da geotermia, à requalificação urbana e ambiental, à criação de respostas de habitação acessível, ao reforço da rede de transportes públicos, à captação de investimento e ao desenvolvimento do ensino superior e da investigação.

O plano prevê ainda mecanismos de monitorização ao longo da próxima década, com identificação das entidades responsáveis por cada ação, estimativas de investimento e possíveis fontes de financiamento.

 

Texto e Foto: Sara Esteves